DocumentosImagensMídiaFerramentas PDF

INI para JSON Converter Online

Converta arquivos de configuração INI para JSON e JSON para INI no seu navegador.

Processado no seu navegador — nenhum texto enviado a nenhum servidor

Configurações INI para JSON moderno

Compatível com ferramentas clássicas

Gera INI compatível com PHP (php.ini), configparser do Python, Git (.gitconfig) e ferramentas Windows.

100% privado

Seu arquivo de configuração é processado no navegador. Nunca enviado a servidores, ideal para configs com dados sensíveis.

Seções e valores preservados

Mantém a hierarquia de seções do INI ao converter para JSON e a reconstrói corretamente ao converter de volta para INI.

Instantâneo

A conversão é imediata. Sem servidor para aguardar, sem filas de processamento.

Três passos, sem complicação

1

Cole seu INI ou JSON

Copie o conteúdo do seu arquivo .ini (com seções [secao] e pares chave=valor) ou seu objeto JSON e cole na área de entrada.

2

Escolha a direção da conversão

Selecione INI para JSON para converter a configuração em um objeto JSON estruturado, ou JSON para INI para gerar um arquivo de configuração INI clássico com seções.

3

Copie ou baixe o resultado

O resultado aparece imediatamente. Copie para a área de transferência ou baixe como arquivo .json ou .ini para usar na sua aplicação.

Ficou com dúvidas?

INI é um formato informal de arquivo de configuração com uma estrutura de seções e pares chave-valor. Uma seção é definida entre colchetes ([banco_de_dados]), e dentro dela são definidas propriedades como host=localhost ou porta=5432. Comentários começam com ; ou #. Não tem padrão oficial, mas é onipresente em software Windows, PHP, Python e muitas aplicações de código aberto.

INI é preferível quando a configuração é simples (poucas seções, valores simples), o arquivo é editado por usuários não técnicos (mais legível que JSON) ou quando uma ferramenta exige isso (php.ini, .gitconfig do git, smb.conf). JSON é melhor para estruturas aninhadas complexas. YAML oferece um meio-termo com suporte a hierarquia e comentários. Para configurações de aplicações modernas, TOML é o sucessor natural do INI.

Cada seção INI [secao] se torna um objeto JSON de nível superior com esse nome. Os pares chave=valor dentro da seção tornam-se propriedades desse objeto. Chaves fora de qualquer seção (antes da primeira seção) são colocadas em uma seção raiz ou objeto especial. Exemplo: [banco_de_dados] com host=localhost se torna um objeto com a propriedade host dentro de banco_de_dados.

Sim. O configparser do Python é a implementação padrão de leitura de INI em Python (módulo da biblioteca padrão desde o Python 2). Suporta interpolação básica e o comportamento especial da seção [DEFAULT] como valores padrão herdados. Este conversor trata a estrutura básica compatível com configparser, embora interpolação avançada exija processamento adicional.

Os arquivos .ini do Windows 3.1 (1992) eram o principal sistema de configuração antes do Registro do Windows. As funções da WinAPI WritePrivateProfileString e GetPrivateProfileString os gerenciavam. Arquivos como win.ini e system.ini configuravam o sistema operacional. Com o Windows 95 (1995), a Microsoft migrou para o Registro, mas INI persistiu em aplicações de terceiros e é comum hoje em software portátil e ferramentas de linha de comando.

Formato INI: história (Windows 3.1, 1992), php.ini, configparser do Python e migração para formatos modernos

O formato INI tem suas origens nos arquivos de configuração do Windows 3.1 (1992), onde arquivos como win.ini e system.ini armazenavam as configurações do sistema e das aplicações. A Microsoft fornecia as funções WritePrivateProfileString e GetPrivateProfileString na API do Windows para ler e escrever esses arquivos. A estrutura de seções e pares chave-valor do INI tornou-se o padrão de fato para configuração de aplicações no DOS e Windows ao longo da década de 1990.

O PHP adotou o formato INI para seu principal arquivo de configuração, o php.ini, que controla parâmetros críticos como memory_limit, upload_max_filesize e as extensões habilitadas. O Python incluiu o módulo ConfigParser (renomeado configparser no Python 3) em sua biblioteca padrão, facilitando a leitura de INI em scripts e aplicações. O Git usa variantes de INI para .gitconfig e .git/config. Samba (smb.conf), MySQL (my.ini/my.cnf) e muitas outras ferramentas de código aberto usam INI por sua simplicidade.

A migração de INI para formatos modernos é uma necessidade crescente. TOML (Tom's Obvious Minimal Language), criado por Tom Preston-Werner (cofundador do GitHub) em 2013, é essencialmente um INI aprimorado com tipos de dados, arrays e tabelas aninhadas. O Rust usa TOML para o Cargo.toml. O Python adotou o pyproject.toml. JSON e YAML são preferidos para configurações complexas com hierarquia profunda. Este conversor facilita a migração de configurações INI legadas para ecossistemas modernos baseados em JSON.