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Validador Dados Estruturados Online

Valide dados estruturados JSON-LD e Schema.org. Detecte erros antes de publicar.

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datePublished2026-04-01
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Rich snippets corretos, mais cliques no Google

Schema.org completo

Valida Article, Product, FAQ, LocalBusiness, Recipe e mais de 800 tipos.

Privado

Os dados são validados no seu navegador. Nunca enviados a nenhum servidor.

Erros precisos

Campos ausentes, tipos incorretos e problemas de formato detectados instantaneamente.

Instantâneo

Validação em milissegundos. Sem cadastro, sem espera.

Três passos, sem complicação

1

Cole seu JSON-LD ou Microdata

Cole o bloco de dados estruturados da sua página. Suporta JSON-LD, Microdata e RDFa.

2

Selecione o tipo Schema.org

Escolha Article, Product, FAQ, LocalBusiness, Recipe ou outro tipo para validação específica.

3

Revise erros e avisos

O validador mostra campos ausentes, tipos incorretos e sugestões para rich results do Google.

Ficou com dúvidas?

Dados estruturados são informações legíveis por máquinas adicionadas ao HTML de uma página para descrever seu conteúdo de forma organizada. Eles permitem que mecanismos de busca (Google, Bing) entendam o tipo de conteúdo (artigo, produto, receita, evento, FAQ) e suas propriedades específicas (preço, autor, data, avaliação). O resultado visível são rich results ou rich snippets: estrelas de avaliação, FAQs expansíveis, preços de produtos e receitas nos resultados de busca.

O Google recomenda explicitamente o JSON-LD (JavaScript Object Notation for Linked Data) como o formato mais fácil de implementar e manter: ele é adicionado em um bloco script type application/ld+json sem modificar o HTML existente. O Microdata exige adicionar atributos itemscope, itemtype e itemprop diretamente no HTML, misturando conteúdo e metadados. O RDFa é semelhante ao Microdata mas mais expressivo, usado principalmente em ambientes acadêmicos e de linked data. Para SEO prático em 2025, o JSON-LD é a escolha correta.

Para Article, os campos obrigatórios são: headline, datePublished, author (com @type Person e name). Para Product: name e pelo menos um de offers, review ou aggregateRating. Para FAQPage: mainEntity com @type Question, name (a pergunta) e acceptedAnswer com @type Answer e text. Os campos obrigatórios variam por tipo e são definidos pelo Google na documentação do Search Central, não pelo Schema.org, pois o Google tem requisitos mais rígidos para rich results do que o vocabulário completo do Schema.org.

O Google Rich Results Test (search.google.com/test/rich-results) permite colar uma URL ou HTML diretamente para ver quais rich results a página pode gerar. Ele mostra erros críticos (que impedem rich results) e avisos (que reduzem a elegibilidade). Como complemento, o Google Search Console em Melhorias mostra o status dos dados estruturados de todas as páginas indexadas do site, incluindo erros detectados pelo rastreador em produção.

Os erros mais frequentes são: (1) @context ausente ou incorreto, que deve ser exatamente https://schema.org; (2) @type incorreto, como article em minúsculas em vez de Article; (3) campos de data no formato errado, que deve ser ISO 8601 como 2024-01-15T10:30:00+00:00; (4) URLs relativas em vez de absolutas em campos como url ou image; (5) aggregateRating com ratingCount igual a 1, que o Google pode rejeitar por considerar avaliações com muito poucas resenhas como não representativas.

A história do Schema.org e os dados estruturados para SEO

O Schema.org foi lançado em junho de 2011 como uma iniciativa conjunta de Google, Microsoft (Bing), Yahoo e Yandex: os quatro principais mecanismos de busca concordaram em um vocabulário comum para que webmasters pudessem descrever seu conteúdo de forma padronizada. Antes do Schema.org havia vocabulários fragmentados: Dublin Core (metadados bibliográficos), microformats (hCard, hCalendar) e RDFa. O Schema.org unificou esses esforços com um vocabulário hierárquico onde Thing é a classe raiz da qual todas as outras derivam.

O JSON-LD (JavaScript Object Notation for Linked Data) foi projetado por Manu Sporny e publicado como recomendação W3C em 2014. A chave para sua adoção é a separação de responsabilidades: os dados estruturados são adicionados em um bloco script separado sem tocar no HTML de conteúdo, facilitando a implementação em CMS, frameworks JavaScript e geradores de sites estáticos. O Google começou a suportar JSON-LD para dados estruturados em 2012 e em 2015 o declarou seu formato preferido, acelerando a adoção em massa.

O E-E-A-T (Experience, Expertise, Authoritativeness, Trustworthiness) é o framework de avaliação de qualidade do Google que os dados estruturados ajudam a sinalizar. Dados de autor (schema Person com sameAs apontando para perfis verificados), datas de atualização (dateModified), avaliações verificadas (AggregateRating com ratingCount significativo) e dados de organização (Organization com logo verificado) contribuem diretamente para os sinais de E-E-A-T. Páginas com rich results implementados corretamente mostram aumentos de CTR de 20 a 30% em estudos de caso documentados.